quinta-feira, 18 de julho de 2019

PDT abre processo de expulsão contra deputados que foram favoráveis a Reforma da Previdência

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Cumprindo o que havia prometido, o Partido Democrático Trabalhista instaurou nesta quarta-feira (17) processo de expulsão contra a deputada Tábata do Amaral (SP) e mais sete membros da bancada federal que votaram a favor da reforma da previdência. Os sete foram suspensos de suas atividades partidárias mas ainda podem ser expulsos se não deixarem livremente o partido, tal qual advoga o ex-ministro Ciro Gomes.
De acordo com o presidente nacional da legenda, Carlos Lupi, a Comissão de Ética vai apurar o motivo do descumprimento de uma decisão tomada democraticamente pelo partido, contra a reforma previdenciária. “Todos os oito parlamentares estão com suas atividades partidárias suspensas e nenhum deles pode falar em nome do partido ou exercer em seu nome funções na Câmara Federal” afirmou Lupi.  Pelo Estatuto do PDT, as penalidades aos rebeldes variam de simples advertência até a expulsão. A comissão tem 45 dias para elaborar um parecer de consultas e a decisão será tomada, após análise, pelo diretório nacional.  
“Decidimos e vamos encaminhar ao Diretório Nacional que o partido não dará legenda – nem a vereador, nem a deputado nem a qualquer outro filiado – que tenha financiamento clandestino, financiamento patrocinado por organizações pessoais, privadas, particulares, de gente muito poderosa, que se utiliza de grupos para financiar e ter o voto dos parlamentares dentro da sigla”, disse o presidente.
Tábata foi eleita com o apoio do movimento “Acredito” e do empresário do ramo educacional João Paulo Leman. 
Informações Blog do Magno Martins

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